Eu.
Vou escrever.
Tenho passado mt tempo cmg... os dias passam, as horas passam, os minutos, sinto os.
Forma estranha d nos “sustentar”, parece uma procura, d algo k tu n tens. Eu n tenho.
Mas é pacifico, calmo e chega ate a saber, bem... no raro.
Oco, vazio, como um corpo morto e uma mente, essa, viva! E como me vive. Cnstante forma e meio, o de pensar, o de n cnseguir parar, ate mesmo qd t obrigas a não pensar, pensas, penso. Como e penso. Leio e penso. Cnverso, convivo e penso. Falo pensando. E um etc enorme de actos naturais, k o meu corpo revela, e eu, k assistindo penso.
Enqt escrevo esta frase “enqt escrevo esta frase”, penso! Pergunto m pk raio é k qd escrevo so falo d mim, e d uma toda cnjuntura de tretas k isso arrasta?!!
………
Respondo m k sou sozinho, sinto m sozinho, solidão entranhada, logo, d kem mais falar?! Sou o assunto, o tema, o simples icone k melhor conheço...! Sou kem melhor conheço.
Vou transcrever.
Fechou a porta do carro e tentou, mais uma vez, desconectar os fios k lhe prendiam akele sorriso aparvalhado, trengo, aluado, mas genuino. Mesmo k kissesse não cnseguiria chorar pk o momento a seguir ainda era futuro e não tinha acontecido. No momento a seguir, ouviu o silencio e o silencio desabou. Depressa s apercebeu k não era o momento a seguir k devia marcar, mas sim akele cnjunto de momentos k lhe puxara os cantos da alma.
Fios ainda por desconectar.
Silencio
Alma.
Eu.

1 Comments:
Quando qualquer coisa nos penetra a alma, quer sejamos nós mesmos, quer sejam outros, outros sorrisos, provocados por nós ou por outra coisa qualquer, quer seja a lágrima, quer seja aquilo que está lá mas não sabemos muito bem o que é, prende-se como um apêndice a nós mesmos, um apêndice sem o qual conseguiríamos sobreviver, mas com o qual é muito melhor viver. quando se mete uma moeda naquela ranhura e se começa a falar daquilo que não se quer ainda, a genuinidade impede de disfarçar, e aí deixamos de estar só. a partilha encoraja a tomar a acção que se devia. u know what i'm saying, first what I would like to tell you in one abraço, and then the spontaneous, momentaneous result of a day that could have finished differently if it weren't your way of being. is that enough solitude-breaking for you? then let me tell you one more thing: ... sabes bem onde estás, petito. aqui
By
joui, at 1:29 a.m.
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